Polo Soluções Gerenciais

DESAFIO DE TORNAR A QUALIDADE ESTRATÉGICA

Empresas  Cearenses estão fazendo isso ao conquistar a Certificação da Qualidade ISO 9001:2015

Por Fernando Silva*

O UpGrade para a versão nova da ISO 9001:2015 para a Gestão da Qualidade tem sido uma tarefa bastante árdua das Empresas, pois essa nova versão exigiu que o Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) seja parte da estratégia de negócio, e não mais como um programa à parte na gestão, que geralmente era delegado a um representante da Direção, que sozinho deveria assumir a responsabilidade pela qualidade.

A nova versão, trouxe por exemplo, a oportunidade de tornar a Qualidade como um tópico estratégico, e com isso, os desafios, como a exigência de que o contexto da organização, seja a ponta do iceberg do SGQ, começando, por exemplo, com a estratégia da Empresa, que, que pode levar em consideração as questões de MERCADO, CLIENTES, FORNECEDORES, CONCORRÊNCIA, ECONOMIA, dentre outros fatores externos, assim como os ASPECTOS INTERNOS (Tecnologia, produtos e serviços, finanças, recursos humanos, vendas, logística, etc) da Empresa, e também, acompanhar por meio da análise crítica com a Alta Direção, revendo cada cenário traçado no referido plano (questões externas e internas) e monitorando os prazos e ações estabelecidos. Isso foi muito além da clássica definição da exigência anterior, onde que a Empresa deveria ter objetivos mensuráveis para a gestão.

Não parou por ai, a Empresa, deve determinar as questões relevantes das partes interessadas (Acionista, Cliente, Fornecedores, Colaboradores, por exemplo) além de buscar prover consistentemente produtos e serviços que atendam aos requisitos do cliente e aos requisitos regulamentares aplicáveis, determinado claramente quem são essas partes interessadas, suas expectativas e suas reais necessidades.

Outro ponto que passou a exigir muito mais da liderança da Empresa, principalmente no que tange a abordar “Pensamento Baseado em  Risco e Oportunidade” (R&O), bem como, determinar os R&O que foram abordados para alcançar os resultados pretendidos, aumentar efeitos desejáveis e prevenir, ou reduzir, efeitos indesejáveis, com ações para trata-los apropriadamente ao impacto potencial sobre a conformidade de produtos e serviços. Veja quantas formas podem ser necessárias para atender esse único tema:

Corporativamente, na abordagem da estratégia, recomenda-se abordar análise de ambientes interno e externo e levar em consideração tais fatores, como o uso de ferramentas como a Matriz PEST (Fatores políticos, econômicos, sociais e tecnológicos), as 5 Forças de Porter (Ameaças de novos entrantes, rivalidade entre os concorrentes, ameaça de produtos substitutos, poder de barganha dos fornecedores e clientes), os FCS – Fatores Chaves de Sucesso (Qualidade, logística, preço, pontualidade, tecnologia, economia de escala, gestão, inovação, capital de giro e experiência) e/ou a simples, porém eficaz, Analise SWOT (Forças, oportunidades, fraquezas e ameaças), dentre outras.

Na operação, por exemplo, entre outras fontes, as Matrizes CxE e ExI (Causa x Efeito e Esforço x Impacto) para identificar, analisar e decidir sobre as ações necessárias para os riscos e oportunidades vislumbrados nos processos que possam impactar no produto e, por conseguinte afetar ao cliente, ou outra ferramenta mais sofisticada, como o FMEA (Análise de Modo e Efeitos de Falha Potencial, do inglês Failure Mode and Effect Analysis).

A alternativa, na operação, de adotar FMEA, é uma ótima chance que empresa tem de ter critérios mais claros para analisar os riscos potenciais, considerando para cada processo ou produto/serviço, o Índice de Severidade, que é modo de Falha Potencial que pode resultar na falha do produto ou serviço no cliente durante a utilização ou constituir um risco de segurança e/ou regulatório ou não conformidade com um dos requisitos do cliente ou pode trazer perigo ao operador (de máquina ou montagem), sem aviso prévio.

O Índice de Ocorrência onde se busca indicar a probabilidade de uma determinada causa de falha ocorrer. E o índice de Detecção com base na classificação da oportunidade de detecção da falha, de a mesma ocorrer.  A multiplicação desses três índices, traz o fator de risco, onde a partir de determinado nível, a empresa precisa tomar alguma ação para prevenir sua ocorrência. E com isso, minimizar falhas no cliente.

Isso, pareceu muito complicado, não é? Más não impossível!

Nós da Polo Soluções ao longo dos últimos meses, assessoramos várias empresas, que obtiveram êxito na certificação na nova norma ISO, destacamos: FAE Sistemas De Medição S/A, PRIMARE Engenharia, DCDN – Distribuidora Cummins do Nordeste, Grupo CARBOMIL Quimica S/A e a ESMALTEC S/A.

Gostaria de fazer Upgrade no seu Sistema de Gestão da Qualidade, tornando-o mais estratégico?

Nós sabemos como te ajudar.

Fale conosco clicando aqui

Mande-nos uma mensagem por um dos canais:

www.polosolucoes.com.br | fernando@polosolucoes.com.br | whatsapp 85 9 9909.2530

 

 * Fernando Silva, é Fundador da Polo Soluções Gerenciais. MBA Executivo Internacional pela FGV/Universidade da Califórnia. Lead Auditor pelo PE-Batalas do Reino Unido. Black Belt Lean Six Sigma pela Polo Soluções Gerenciais. Foi, por mais de 8 anos, Auditor Lider da BSI (British Standard Institution) e representa atualmente no Ceará a certificadora RINA (da Itália). Também coordenou sistemas de gestão em grandes empresas e multinacionais, e, como consultor já conta com dezenas de empresas certificadas de acordo com a norma ISO.

Cursos
ONLINE
Image is not available
Cursos
PRESENCIAIS
Image is not available
previous arrow
next arrow
Slider

Assine nossa Newsletter

Receba novidades sobre nossos Cursos Online e Presenciais, novidades e informações sobre a metodologia Lean Sigma.

Beira Mar Trade Center
Rua Osvaldo Cruz, nº 1, Meireles - Fortaleza-CE
CEP: 60125-151 Fortaleza - Ce - Brasil

Copyright ©2018 Polo Soluções

Desenvolvido por:   Martinho Vieira    (83) 9939-1343   martinhovieira@gmail.com